VEREADOR MOISÉS SCUSSEL DENUNCIA ARMADILHAS EM VIAS PÚBLICAS E EXIGE FISCALIZAÇÃO EFETIVA DOS SERVIÇOS CONCEDIDOS
- temporacomunicacao

- 9 de jun.
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Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal nesta segunda-feira, 8 de junho de 2026, o vereador Moisés Scussel fez duras críticas à qualidade dos serviços prestados por concessionárias e permissionárias em Bento Gonçalves, citando casos graves envolvendo a Sulgás, a Corsan, empresas de internet e telefonia, além da rodoviária municipal. O parlamentar afirmou que o poder público tem falido em seu dever de fiscalizar e que a população não pode ser refém de intervenções mal executadas e falta de transparência.
Scussel relatou que a Sulgás deixou no bairro Humaitá pedra, pó de brita e até resto de ferro espalhados pela via, com sinalização praticamente inexistente, transformando a rua em uma armadilha para motociclistas, idosos e crianças. Mesmo após contato com a direção da empresa, o vereador foi enfático: “Não quero explicação, quero solução. O serviço, ainda que temporário, tem de ser bem feito.”
Sobre a Corsan, o parlamentar reiterou sua desconfiança quanto ao dimensionamento da rede de esgoto e denunciou a recorrente falta de recomposição asfáltica de qualidade. Já em relação à internet e telefonia, Scussel cobrou o cumprimento da lei que obriga a retirada de fiação abandonada. No bairro Salgado, ele constatou cerca de 200 a 300 quilos de cabos jogados à margem da rua. “As empresas não fiscalizam seus prestadores e o município se omite”, criticou.
O vereador também direcionou críticas à própria administração municipal. Ele cobrou, de forma contundente, que a Secretaria de Finanças deixe de encaminhar meros links do site de transparência e envie, de forma discriminada, os dados solicitados sobre a arrecadação da iluminação pública e sobre o programa Refis. “Se eu quisesse buscar no site, não teria feito pedido formal. Exigimos informação clara e organizada”, afirmou.
Por fim, Scussel destacou as más condições da rodoviária municipal às 6h da manhã, totalmente apagada, com banheiros sem limpeza, sem papel higiênico e sem sabonete. “Centenas de pessoas passam por ali diariamente. É um serviço concedido, e o município tem a obrigação de fiscalizar e cobrar as devidas medidas. A população vem sempre em primeiro lugar”, concluiu













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