top of page

Arquivo Público conta com Hemeroteca para a pesquisa de fatos da vida local moderna

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • há 6 horas
  • 2 min de leitura



Você já ouvir falar da Hemeroteca? Sim, não? Apesar da palavra ser pouco popular, é uma das principais fontes de informação para pesquisadores presente no Arquivo Público e na Biblioteca Pública Castro Alves. Sua etimologia vem do grego antigo onde heméra é traduzida como dia e teca, como coleção. Ou seja, a coleção dos dias. Muito apropriado para designar o conjunto de publicações periódicas, independentemente de sua periodicidade, como jornais, revistas ou obras em série.

Nesta matéria vamos falar da Hemeroteca que pertence ao Arquivo Público. Nela, estão preservadas as coleções dos Dados Estatísticos do Rio Grande do Sul; Dados Estatísticos e de Memória de Bento Gonçalves e/ou região, onde podemos encontrar publicações da Hierarquia socioeconômica de 1972 a 2007; Publicações locais relativas a vitivinicultura, como as revistas Bacco e Revista do Vinho; outras publicações locais como a Revista Serrana e a Revista Laconicus; algumas publicações institucionais ou de governo; além da parte principal e mais volumosa, que são os jornais locais: Semanário, Gazeta, O eco do vale, Laconicus, O investidor e Monumental. Todos estão disponíveis para pesquisa.

“Em dados quantitativos cabe destacar que as coleções estão organizadas em conjuntos e não em itens individuais. Por exemplo, um conjunto contém inúmeras edições de um periódico, organizados em ordem cronológica. Assim, temos em nossa hemeroteca 329 conjuntos, dos quais 45% estão digitalizados. Apenas de jornais, são 253 conjuntos que abarcam 8.890 edições”, destaca o coordenador da instituição, Vagner Boni.

Dos 329 conjuntos, 45% estão digitalizados. Neste aspecto, quando inciamos a digitalização, priorizamos os itens mais antigos, chegando, com os jornais, até o ano de 2001 já digitalizados no momento. A título de curiosidade, o AHBG tem como o item mais antigo a primeira edição do Jornal Semanário, de 5 de agosto de 1967.

Ao longo do tempo, os jornais se constituíram como ferramentas de conhecimento do passado, das histórias e da história. Nas suas páginas, mais do que simples registros factuais, estão o primado das transformações sociais, políticas, econômicas e culturais.

“Independentemente do viés adotado ou características da linha editorial, são fontes de informações, que complementam e esclarecem muito a linha do tempo. Cabe salientar que imparcialidade total não existe, pois qualquer cidadão, não necessariamente historiador ou jornalista, vai ver a história de um determinado ângulo e contá-la sob suas impressões. Neste aspecto, temos períodos cobertos por mais de um jornal, que podem ser comparados pelos pesquisadores”, informa Vagner.

A biografia oficial de Bento Gonçalves também está no jornalismo local, e a coleção expressa sua importância para além do diário relevante dos periódicos.

“Em conjunto com as fontes primárias do AHBG proporcionam um melhor entendimento dos fatos e seus desdobramentos, além de, muitas vezes, conter informações que as fontes primárias não nos proporcionam”, destaca Vagner.

A digitalização no formato PDF pesquisável está disponível para ser consultada nas dependências do AHBG, mediante agendamento, na Travessa Cuiabá, 66 Sala Térrea, no bairro Botafogo e atente para agendamentos de pesquisadores através do e-mail arquivohistoricobg@gmail.com

Comentários


Receba nossas atualizações

Obrigado pelo envio!

  • Facebook
  • Whatsapp
  • Instagram
Pauta Serrana 26.png

Rua Cândido Costa 65, sala 406 - Palazzo del Lavoro

Bento Gonçalves/RS - Brasil

bottom of page