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Balletto di Tereza conquista duas premiações no Sul em Dança e leva talento santa-terezense aos palcos da Capital

Foto do escritor: temporacomunicacao
temporacomunicacao
há 5 horas
4 min de leitura

Mantido pelo Município por meio das Oficinas Culturais, grupo representou Santa Tereza com quatro coreografias em um dos importantes eventos de dança do Estado; trajetória das bailarinas também foi reconhecida pela Administração Municipal



Da sala de aula para um dos grandes palcos da dança gaúcha. O Balletto di Tereza, grupo que integra as Oficinas Culturais oferecidas gratuitamente pelo Município de Santa Tereza, viveu uma experiência especial no dia 25 de setembro, ao participar do Sul em Dança, realizado no Teatro da Fiergs, em Porto Alegre.

Doze bailarinas representaram Santa Tereza na competição, apresentando quatro coreografias nas categorias infantil, infanto-juvenil e juvenil. O resultado trouxe ainda mais motivos para comemorar: o grupo retornou para casa com duas premiações de terceiro lugar.

A coreografia “Formigueiro”, de Amanda Righes, conquistou o terceiro lugar na categoria Ballet Clássico Infantil II – Grupo. Já “Uma Luz na Escuridão”, da mesma coreógrafa, alcançou a terceira colocação no Ballet Clássico Infanto-Juvenil – Grupo.

Santa Tereza também esteve representada nas apresentações individuais. Mariana De Bona levou ao palco a coreografia “Sentinela”, enquanto Isadora Campestrini Baggio apresentou “O que o espelho revela”, ambas assinadas por Amanda Righes e inscritas na categoria Ballet Clássico Juvenil – Solo Feminino.


Muito além das medalhas

As duas premiações reconhecem a dedicação das bailarinas e o trabalho desenvolvido ao longo do ano, mas a importância de participar de um evento dessa dimensão vai além do resultado obtido no palco.

Para crianças e jovens, estar em contato com bailarinos de diferentes localidades, assistir a outros trabalhos, conhecer novas propostas coreográficas e experimentar a atmosfera de um grande festival amplia referências e transforma a própria formação artística.

É justamente essa oportunidade que está na essência das Oficinas Culturais mantidas pelo Município. O projeto aproxima crianças, jovens e adultos da arte e possibilita que talentos locais encontrem espaço para aprender, desenvolver habilidades, criar vínculos e viver experiências que ultrapassam os limites de Santa Tereza.

Para a prefeita Gisele Caumo, ver as bailarinas representando o município e conquistando reconhecimento em Porto Alegre demonstra a importância de investir em iniciativas que democratizam o acesso à cultura. “Quando oferecemos uma oficina cultural, estamos proporcionando muito mais do que uma atividade. Estamos dando às nossas crianças e jovens a oportunidade de descobrir talentos, desenvolver disciplina e confiança, conviver, aprender e sonhar. Ver nossas bailarinas em um palco como este, representando Santa Tereza e retornando com duas premiações, nos enche de orgulho. Mas a maior conquista está em tudo aquilo que elas viveram para chegar até lá e nas experiências que levarão consigo para a vida”, destaca.


Reconhecimento a uma trajetória construída ao longo dos anos

Como forma de reconhecer não apenas os resultados conquistados no Sul em Dança, mas toda a trajetória que vem sendo construída pelo Balletto di Tereza, na quarta-feira, 7 de outubro, as bailarinas, acompanhadas pela professora Amanda Righes, foram homenageadas pela Administração Municipal.

Durante o encontro, a prefeita Gisele Caumo entregou um troféu a cada uma das bailarinas e à professora, simbolizando o reconhecimento pelo comprometimento, pela dedicação e pela forma como o grupo vem contribuindo para o fortalecimento da cultura e da arte em Santa Tereza.

Mais do que celebrar duas colocações no pódio, a homenagem reconheceu um trabalho construído ao longo dos anos, que envolve aprendizado, disciplina, ensaios, desafios e o compromisso de representar o município dentro e fora de Santa Tereza.

“Esses troféus representam muito mais do que o resultado de uma competição. São uma forma de dizer o quanto nos orgulhamos da caminhada que vocês vêm construindo. Cada ensaio, cada apresentação e cada desafio superado ajudam a fortalecer a cultura do nosso município. Vocês levam o nome de Santa Tereza para outros palcos e mostram a qualidade do trabalho que é desenvolvido aqui. É uma história construída com dedicação, pelas bailarinas, pela professora e pelas famílias, e que certamente engrandece muito Santa Tereza”, ressalta a prefeita.


Uma história construída ao longo dos anos

À frente do Balletto di Tereza há nove anos, a professora Amanda Righes acompanha de perto essa trajetória. Bailarina desde os quatro anos de idade e professora de Ballet Clássico há 16 anos, Amanda possui formação e estudos na técnica e uma trajetória marcada pela participação em festivais de dança, incluindo aprovação, por três anos consecutivos, no Festival de Dança de Joinville.

Para ela, a participação no SUL em DANÇA representa um importante momento no processo de formação das alunas. “Participar de um festival como o Sul em Dança é uma experiência muito importante para nossas bailarinas. Elas têm a oportunidade de conhecer outros grupos, acompanhar diferentes trabalhos e vivenciar o ambiente de um grande festival. Além disso, poder subir ao palco representando Santa Tereza e retornar com duas premiações torna esse momento ainda mais especial. Cada resultado é fruto da dedicação das bailarinas, do apoio das famílias e de todo o trabalho realizado ao longo do ano”, comenta a professora.

O trabalho contou ainda com o apoio técnico de Ana Paese Righes e Sabrina Baldissera Panizzi. Para a participação no festival, a Administração Municipal também custeou as inscrições e o transporte do grupo, garantindo as condições para que as bailarinas pudessem representar Santa Tereza no evento.


Talentos que levam Santa Tereza consigo

Na coreografia “Formigueiro”, terceira colocada no Ballet Clássico Infantil II – Grupo, participaram as bailarinas Ana Laura Marcolla Ziger, Emanuelly Conte Canan, Giulia Caumo Franco, Isabele Machado De Oliveira, Isadora Weber Da Silva, Larissa Castoldi Giulian e Maria Clara Caumo Contini.

Já “Uma Luz na Escuridão”, terceiro lugar no Ballet Clássico Infanto-Juvenil – Grupo, foi apresentada por Eduarda Meassi Pilotti, Isadora Campestrini Baggio, Laura Ceriotti Miolo, Letícia Motta Lava, Maria Clara Caumo Contini e Mariana De Bona.

A participação no Sul em Dança terminou com duas colocações no pódio, mas deixou uma bagagem que não cabe em medalhas — assim como os troféus entregues pela Administração Municipal representam muito mais do que uma premiação.

Eles simbolizam uma caminhada. Cada ensaio, cada aprendizado, a expectativa antes de entrar em cena, o contato com outros grupos, as apresentações realizadas ao longo dos anos e a experiência de representar sua cidade diante de novos públicos fazem parte de uma história que continua sendo escrita.

Para Santa Tereza, fica também a confirmação de que investir em cultura é abrir caminhos, revelar talentos e fortalecer a identidade de uma comunidade.


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