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Peninha volta ao centro de polêmica após ser indiciado por discriminação religiosa contra evangélicos

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura


O jornalista, escritor e youtuber Eduardo Bueno voltou ao centro de uma grande controvérsia nacional. Conhecido pelo estilo ácido e provocador, Peninha foi indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul pelo crime de discriminação religiosa contra evangélicos após declarações publicadas em vídeo nas redes sociais.


Segundo a investigação conduzida pela Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância, Eduardo Bueno afirmou que evangélicos não deveriam ter direito ao voto e chamou integrantes da religião de “nefastos e desprezíveis”. O conteúdo acabou removido do ar por determinação judicial. Durante depoimento, o jornalista optou por permanecer em silêncio.


O indiciamento ocorreu com base no artigo 20, parágrafo 2º, da Lei Federal 7.716/89, que trata de crimes de discriminação religiosa praticados pela internet. Agora, o caso será analisado pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário.


A nova investigação reacende antigas polêmicas envolvendo Peninha e a Serra Gaúcha. Em 2022, o escritor provocou forte indignação ao publicar vídeos chamando a região de “brega, retrógrada e ridícula”, além de atacar costumes, arquitetura, gastronomia e moradores serranos. As declarações geraram uma onda de manifestações de repúdio em cidades como Bento Gonçalves, Garibaldi e Gramado.


Na época, lideranças políticas e comunitárias classificaram as falas como ofensivas e preconceituosas contra o povo serrano. A própria Câmara de Vereadores de Bento Gonçalves aprovou moção de repúdio contra as declarações do comunicador, em meio à forte repercussão regional.


Após a pressão e a repercussão negativa, Peninha divulgou um vídeo pedindo desculpas e admitiu que “se excedeu”, afirmando que as ofensas foram “desnecessárias”.


Em nota sobre o atual caso, os advogados Alexandre Wunderlich e Camile Eltz de Lima afirmaram que as declarações ocorreram dentro dos limites da liberdade de expressão e sustentaram que havia “finalidade jocosa” nas manifestações.


Natural de Porto Alegre, Eduardo Romulo Bueno tem 67 anos e é formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente, comanda o canal Buenas Ideias, que reúne mais de 1,5 milhão de inscritos e se tornou referência nacional em conteúdos sobre história do Brasil.


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