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PM suspeito do sumiço de família trabalhou com celular de mulher desaparecida em Cachoeirinha, diz Polícia Civil

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    temporacomunicacao
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Investigação aponta que telefone de vítima foi rastreado em Canoas





A Polícia Civil diz que o policial militar Cristiano Domingues Francisco, 39 anos, suspeito do desaparecimento de três pessoas da mesma família em Cachoeirinha, teria levado ao trabalho o celular de uma das vítimas, pouco depois do sumiço dela. A informação foi divulgada nesta terça-feira, dois meses após a ex-esposa do PM, Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, ter sido vista pela última vez, em 24 de janeiro. Os pais dela, Isail e Dalmira Aguiar, 69 e 70, respectivamente, sumiram no dia seguinte.

De acordo com o delegado titular da 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (DPRM) de Gravataí, Anderson Spier, a perícia teria rastreado o sinal do telefone de Silvana entre os dias 26 e 27 de janeiro, em Canoas, onde Cristiano Domingues atuava como soldado da 3ª Companhia do 15ª Batalhão de Polícia Militar (BPM). Ele está afastado das funções desde 10 de fevereiro, quando foi preso temporariamente.

"Sabemos que ele esteve em posse do celular da vítima durante o trabalho. Não há qualquer dúvida sobre isso. Está comprovado em laudo pericial”, afirmou o delegado Anderson Spier.

A reportagem do Correio do Povo questionou Spier em relação ao depoimento de uma testemunha que disse ter visto carros vermelhos em Canoas, na mesma ocasião em que o celular da vítima foi rastreado ali. Esses veículos seriam similares a um dos automóveis registrado em imagens de câmeras de monitoramento no entorno da casa de Silvana, no dia em que ela sumiu.

"Há carros vermelhos em qualquer lugar e hora. Esse argumento não é prova de absolutamente nada”, respondeu Anderson Spier. O delegado adicionou que pedirá à Justiça uma ordem de prisão preventiva do investigado, logo após o fim do prazo da prisão temporária.

O advogado Jeverson Barcellos, à frente da defesa do PM, também foi contatado, mas ele informou que está sem acesso às medidas cautelares e que não se manifestará sobre as alegações da Polícia Civil antes disso. O espaço permanece aberto.


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