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Tacchini confirma explosão de vírus respiratórios em maio

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 3 de jun.
  • 2 min de leitura

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O Hospital Tacchini confirmou um aumento expressivo nos casos de infecções respiratórias durante o mês de maio, reforçando o alerta já feito pelo Pauta Serrana em reportagens especiais publicadas nos últimos dias, que denunciaram a sobrecarga e a gravidade da situação no sistema público de saúde da região.

De acordo com dados do hospital, entre 1º e 30 de maio deste ano, foram registrados 55 casos de Influenza A, contra 37 no mesmo período de 2024 — um aumento de quase 49%. Mais alarmante ainda é o crescimento nos diagnósticos de Vírus Sincicial Respiratório (VSR): 48 casos neste ano contra 11 em maio do ano passado, o que representa um salto de mais de 330%.

A única redução foi observada nos casos de Covid-19, que caíram de 7 para 3 no mesmo intervalo. Ainda assim, o cenário geral aponta para um avanço agressivo dos vírus respiratórios na cidade.

Sistema em alerta

Como o Pauta Serrana já havia antecipado, o aumento nos atendimentos pressiona diretamente as unidades básicas de saúde e o Pronto-Socorro Municipal. A reportagem apurou que filas, esperas prolongadas e falta de estrutura para atendimento especializado têm sido realidade em vários pontos da rede pública, o que torna ainda mais crítico o crescimento dos casos graves.

Sintomas e quando procurar ajuda

A infectologista do Hospital Tacchini, Dra. Isabele Berti, reforça que os sintomas das doenças respiratórias — febre, tosse, dor de cabeça, coriza, dor no corpo e chiado no peito — exigem atenção. “Casos leves devem ser acompanhados em casa, com repouso, hidratação e, se necessário, consulta ambulatorial. Mas sintomas como falta de ar, febre alta persistente, cansaço extremo e confusão mental são sinais de alerta e devem ser avaliados com urgência”, orienta.

Máscara, vacina e isolamento ainda são armas indispensáveis

Diante da alta de diagnósticos, a médica lembra que medidas simples ainda são extremamente eficazes para frear a disseminação dos vírus: uso de máscara por quem apresenta sintomas, higienização frequente das mãos, ventilação de ambientes e etiqueta da tosse.

“Mais do que nunca, a vacinação contra a gripe e outros vírus respiratórios deve ser priorizada. É a forma mais eficaz de proteger não só quem se vacina, mas todos ao redor”, afirma Dra. Isabele.

Isolamento mesmo nos quadros leves

A orientação para quem testar positivo é clara: repouso, medicação adequada e isolamento até a completa melhora dos sintomas. “Evitar o contato próximo com pessoas vulneráveis, como crianças pequenas, idosos e imunocomprometidos, é essencial para conter o avanço das infecções”, finaliza a médica.

Com os casos disparando e o sistema público sob forte pressão, a população precisa estar mais atenta do que nunca. Como mostrou o Pauta Serrana, a responsabilidade agora também é coletiva.

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