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Vereadora Letícia Bonassina cobra ações urgentes por mais segurança e inclusão nas escolas

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 15 de jul.
  • 2 min de leitura

Durante discurso na tribuna, parlamentar de Bento Gonçalves se manifestou após tragédias recentes em instituições de ensino no RS e defendeu a adoção de iniciativas concretas de proteção, acolhimento e respeito nas salas de aula

 


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A vereadora Letícia Bonassina (PL) utilizou a tribuna da Câmara de Vereadores de Bento Gonçalves para fazer um apelo contundente por mais segurança nas escolas. Em seu pronunciamento, realizado na segunda-feira, 14, a parlamentar citou dois episódios de violência que chocaram o Rio Grande do Sul recentemente: o ataque em uma escola de Estação, no dia 8 de julho, que resultou na morte de um menino de 9 anos, e a agressão a uma professora em Caxias do Sul, ocorrida em abril.

 

“Esses episódios não são mais casos isolados. Eles são sinais de que algo está muito errado com a estrutura de proteção, acolhimento e cuidado dentro das nossas escolas”, afirma Letícia.

 

A vereadora destacou a urgência de ações imediatas e cobrou que a Câmara de Bento Gonçalves seja protagonista na busca por soluções. Como exemplo positivo, citou o projeto “Maria da Penha vai à Escola”, desenvolvido em Gravataí, que promove diálogo e conscientização sobre a violência nas instituições de ensino. “Isso precisa chegar a Bento Gonçalves. Não como projeto de lei para daqui a meses, mas como ação concreta para agora”, enfatizou.

 

Para a parlamentar, garantir apenas a presença física desses alunos não é suficiente: é preciso oferecer estrutura adequada, formação continuada aos professores e profissionais de apoio desde o início do ano letivo. “O desafio é enorme: equilibrar o cuidado, o respeito, o direito à educação e a proteção de todos. Mas é um desafio que não pode ser adiado, alertou.

 

Ao final do discurso, a vereadora reforçou seu compromisso em seguir mobilizando esforços e cobrando providências. “É nosso dever proteger nossas crianças. É nossa missão garantir que uma professora entre em sala para ensinar, não para lutar pela própria vida. A escola precisa voltar a ser um lugar de aprendizado e paz e não de medo. E também de respeito aos professores e demais funcionários, presentes, muitas vezes, na maior parte do tempo junto dessas crianças e adolescentes”, finalizou.

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