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CIEDUCA e Fórum Internacional de Resíduos Sólidos são abertos oficialmente no município

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    temporacomunicacao
  • 4 de jun.
  • 3 min de leitura

Nessa terça-feira (03), ocorreu na Fundação Casa das Artes a abertura oficial da Conferência Internacional de Educação Ambiental e do 16º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos. Os eventos têm como público-alvo profissionais da Educação, de empresas, instituições públicas e privadas, organizações do terceiro setor, para o debate sobre a sustenbilidade.


O CIEDUCA se consolida como um espaço estruturante para o fortalecimento das políticas públicas, ações e atividades sobre a Educação Ambiental, além de integrar o calendário oficial de eventos de Bento Gonçalves. Já o Fórum é referência na gestão de resíduos sólidos no país, um movimento para a promoção de resíduos em recursos, e, nessa edição, conta a apresentação da evolução da Economia Circular, discussão sobre a Logística Reversa e os acordos setoriais e sobre a Lei de Incentivo à Reciclagem. Assim, ambos os eventos convergem em uma estratégia de integração de soluções.


A programação contempla apresentações de projetos e experiências exitosas em contextos escolares, empresariais e comunitários, e a construção de subsídios teóricos-práticos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ao final, será entregue o Prêmio Nana Mininni Medina valorizando os melhores projetos de Educação Ambiental nas categorias Formal e Não Formal. A Secretaria de Educação ganhou em 2022 com o projeto “Trilhando novos caminhos: rumo à sustentabilidade”.


A presidente do Instituo Venturi e coordenadora do CIEDUCA, Arlinda Cézar, deu as boas-vindas ao público e reforçou a necessidade da Educação Ambiental. “Para nós, do Instituo Venturi, é uma honra muito grande tê-los aqui. É muito desafiador fazer ambos os eventos. As Secretarias de Meio Ambiente e de Educação nos estimulam a realizar em Bento Gonçalves. Espero que todos saiam daqui com a certeza de que a CIEDUCA traz a reflexão para os avanços e o que precisa ainda a percorrer como, por exemplo, na logística reserva. Temos uma responsabilidade compartilhada do ciclo de vida dos produtos. A Educação Ambiental precisa estar em cada escola desse Brasil para avançar nas políticas de resíduos sólidos. Precisamos saírem de nossas gaiolas epistemológicas, focando na interdisciplinaridade. Bem-vindos a esse encontro de saberes”.


Álvaro Dilli, representando da SLC Agrícola, compartilhou do compromisso coletivo sobre a sustentabilidade. “Este é um evento importante para o Brasil e, quiçá, para o mundo. Começamos no ano passado, em municípios da Bahia, o programa Semeando a Sustentabilidade. Com ele fizemos uma integração, capacitando mais de 250 professores”.


A secretária de Educação, Andreza Peruzzo, reforçou sobre as práticas da rede pública de ensino nas práticas sustentáveis. “A educação é a responsabilidade que constrói o futuro. E quanta responsabilidade nós temos nas nossas mãos: quem ensina, aprende e multiplica. É isso mesmo que fazemos todos os dias nas nossas escolas: acolhemos as nossas crianças, ensinamos a cuidar do ambiente que ocupam, o amor, o pertencimento. Separam os resíduos, cuidam da horta, são pequenas ações que conquistamos a sustentabilidade”.


O secretário de Meio Ambiente, Volnei Tesser, ressaltou sobre a urgência de novas atitudes e comportamentos para o futuro. “Esse encontro simboliza um verdadeiro compromisso com o futuro da humanidade e do planeta. Ambos os eventos são mais do que eventos acadêmicos, é um chamado ético e urgente para que repensemos a nossa relação com o meio ambiente e com os resíduos que produzimos. Vivemos uma era paradoxal: nunca se falou tanto de sustentabilidade e nunca se produziu tanto resíduos sólidos. A economia linear baseada no extraísmo, produzir, consumir e descartar mostrou-se insustentável. Temos diante de nós a missão inadiável de consolidar uma nova lógica: da economia circular que valoriza redução, a reutilização e a reciclagem como pilares de uma sociedade que respeita os limites planetários.


A Educação Ambiental surge como um eixo transversal que deve permear todas as áreas de conhecimento, políticas públicas, práticas sociais”.


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