Comércio gaúcho tem melhor rendimento no ano do que o nacional, mas registra desaceleração em junho
- temporacomunicacao
- 3 de set.
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O comportamento do comércio no Rio Grande do Sul apresentou crescimento acumulado de 4,2% até o final do primeiro semestre do ano. Quando considerado o varejo ampliado, o acúmulo de alta é de 4,5%. O desempenho é melhor do que o varejo nacional, que teve leves altas de 1,8% e 0,5%, respectivamente, no mesmo período acumulado. No entanto, quando observado o desempenho comparativo com o mês anterior, de maio, é verificada uma desaceleração no ritmo das compras do consumidor gaúcho. Houve redução de -0,5% no comércio varejista e de -1,9% no varejo ampliado.
Os dados fazem parte do Panorama do Comércio RS, finalizado em agosto pela Federação Varejista do RS, que aponta desempenho desacelerado em junho também nos setores de Serviços, com queda de -8,5% em junho – ainda assim, levemente superior aos -10,4% de maio – e variação de 2,9% na Indústria, inferior aos 4,1% em maio.
Conforme o Panorama, especialmente a partir das sobretaxas impostas pelos Estados Unidos, há muitas dúvidas sobre a saúde econômica do país em relação aos próximos meses. Ainda assim, o mercado de trabalho, conforme dados do Caged, voltou a apontar alta, depois de leve queda em maio. Ao todo, o Rio Grande do Sul teve saldo positivo de 2.443 vagas no mês. Somente no Comércio, o saldo foi de 642 vagas positivas, tendo registrado 33.125 admissões.
Quando analisado o desempenho de cada segmento do varejo gaúcho, no comparativo com o desempenho de junho do ano passado, o Panorama começa a demonsO comportamento do comércio no Rio Grande do Sul apresentou crescimento acumulado de 4,2% até o final do primeiro semestre do ano. Quando considerado o varejo ampliado, o acúmulo de alta é de 4,5%. O desempenho é melhor do que o varejo nacional, que teve leves altas de 1,8% e 0,5%, respectivamente, no mesmo período acumulado. No entanto, quando observado o desempenho comparativo com o mês anterior, de maio, é verificada uma desaceleração no ritmo das compras do consumidor gaúcho. Houve redução de -0,5% no comércio varejista e de -1,9% no varejo ampliado.
Os dados fazem parte do Panorama do Comércio RS, finalizado em agosto pela Federação Varejista do RS, que aponta desempenho desacelerado em junho também nos setores de Serviços, com queda de -8,5% em junho – ainda assim, levemente superior aos -10,4% de maio – e variação de 2,9% na Indústria, inferior aos 4,1% em maio.
Conforme o Panorama, especialmente a partir das sobretaxas impostas pelos Estados Unidos, há muitas dúvidas sobre a saúde econômica do país em relação aos próximos meses. Ainda assim, o mercado de trabalho, conforme dados do Caged, voltou a apontar alta, depois de leve queda em maio. Ao todo, o Rio Grande do Sul teve saldo positivo de 2.443 vagas no mês. Somente no Comércio, o saldo foi de 642 vagas positivas, tendo registrado 33.125 admissões.
Quando analisado o desempenho de cada segmento do varejo gaúcho, no comparativo com o desempenho de junho do ano passado, o Panorama começa a demonstrar a natural redução no ritmo das compras em móveis e eletrodomésticos (-5,5%) e principalmente materiais de escritório (-13,1%), que foram os primeiros setores a registrarem alta no comércio no mês logo após a cheia de 2024. O segmento de materiais de construção, no entanto, ainda registrou alta em junho deste ano, de 7,1%, superior aos 2,7% registrados nacionalmente. A maior alta no comparativo foi no segmento de tecidos, vestuários e calçados, com 10,3% de variação. Quase o dobro do índice no Brasil.
Seguindo a tendência verificada no mês anterior, os segmentos de hipermercados e supermercados (4,8%) e de atacadista de alimentos e bebidas (5,1%) tiveram variações positivas menores do que em todo o último ano e nos primeiros meses de 2025. Com IPCA acumulado até julho de 3,59% em Porto Alegre, superior aos 3,26% no Brasil, os alimentos e bebidas são os produtos que mais pesam nas compras dos gaúchos, representando 21,57% dos custos, à frente dos transportes, que representam 20,53%.trar a natural redução no ritmo das compras em móveis e eletrodomésticos (-5,5%) e principalmente materiais de escritório (-13,1%), que foram os primeiros setores a registrarem alta no comércio no mês logo após a cheia de 2024. O segmento de materiais de construção, no entanto, ainda registrou alta em junho deste ano, de 7,1%, superior aos 2,7% registrados nacionalmente. A maior alta no comparativo foi no segmento de tecidos, vestuários e calçados, com 10,3% de variação. Quase o dobro do índice no Brasil.
Seguindo a tendência verificada no mês anterior, os segmentos de hipermercados e supermercados (4,8%) e de atacadista de alimentos e bebidas (5,1%) tiveram variações positivas menores do que em todo o último ano e nos primeiros meses de 2025. Com IPCA acumulado até julho de 3,59% em Porto Alegre, superior aos 3,26% no Brasil, os alimentos e bebidas são os produtos que mais pesam nas compras dos gaúchos, representando 21,57% dos custos, à frente dos transportes, que representam 20,53%.














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