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Entre notas e abraços, final de semana da Expobento promete ser inesquecível

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    temporacomunicacao
  • 21 de jun. de 2025
  • 3 min de leitura

Por Diego Franzen | Pauta Serrana



Há finais que se arrastam em silêncio. Há outros que gritam, que deixam marcas, que se recusam a passar despercebidos. A ExpoBento 2025 é desses. E neste fim de semana, ela se despede do público como se despede um grande amor: com intensidade, beleza e emoção. O último fim de semana da feira chega carregado de tudo que a fez grandiosa: música, cultura, sabor, encontros e, acima de tudo, pertencimento.


Porque a ExpoBento não é só uma feira, é um retrato fiel de Bento Gonçalves, da sua gente e do seu espírito empreendedor. Um evento que nasceu do coração da comunidade e que, mais uma vez, se superou: nesta edição, tivemos o maior número de expositores de toda a história da feira. São centenas de empresas mostrando o que produzem, o que inventam, o que acreditam. O pavilhão se tornou vitrine da Serra e do Brasil, e cada corredor da ExpoBento foi uma oportunidade de descoberta, de negócios, de conexões.


Tudo isso só é possível porque há instituições que acreditam. O Centro da Indústria, Comércio e Serviços (CIC-BG) é o coração pulsante dessa engrenagem que move a cidade há décadas. A ExpoBento é, sem sombra de dúvida, uma das maiores expressões dessa força coletiva que une empresários, comunidade e cultura. Bento Gonçalves, com sua alma de trabalho e seu jeito de receber bem, se transforma completamente nestes dias de feira (talvez seja por isso que a cidade inteira respira diferente quando a ExpoBento acontece).


E agora, nos dois últimos dias, a programação é feita pra arrepiar. Não é exagero. Quem vier ao parque neste sábado e domingo vai viver uma despedida em forma de espetáculo.


O sábado já abre com som. Ao meio-dia, William Hamom & Banda tomam conta da Praça Gastronômica. Gente chegando, cheiro bom no ar, aquele calor que não vem só do sol, mas do ambiente inteiro. Logo depois, Jai Trivelin no Palco Variedades embala os primeiros passos.


E então, o momento mágico do dia: Grupo Circense Tholl. Eles não fazem apenas um show. Eles encantam. Suspendem o tempo. Criança para, adulto silencia. A arte acontece de verdade.


Depois, o dia vira um turbilhão bom. Tem Misael, trazendo aquele pop que gruda no ouvido e agrada todo mundo. Tem um tributo com cheiro de estrada e poeira boa ao ícone Alan Jackson, logo depois. Tem o talento da Amanda Voz, o suingue da Disco Groove, o forró do Grupo Forrots, a explosão de energia de Jimmy and Atomic Bombs e o rock vigoroso da Nacional Kid. E a noite, como deve ser, fecha com a mistura boa de Darwin e os Evoluídos, a beleza de Luanda Duo e o baile que faz jus ao nome: Baile da Show. Dançar até esquecer do relógio.


O domingo começa suave, com classe. A Orquestra de Sopros de Faria Lemos abre o Palco 360º com a elegância que um último dia exige. O parque ainda vai enchendo aos poucos, mas já se percebe no ar: é o dia do adeus. Ou do até breve.


Ronaldo Show continua no embalo, seguido por André Arrosi na Praça Gastronômica. A tarde chega com o impacto da voz de Alexandre Borges, um tenor que eleva o espírito. Depois, vem o aconchego de Andrei e Fernanda, o acústico sensível dos Black Birds com Diogo Farina, a beleza visual de Le Farfalle e o peso na medida de Capitão Hunter.


E não para. Jr. e Mateus fazem o sertanejo parecer poesia. Tamoeiro traz o som da terra. Roberto Dutra Pinheiro, com sua voz e teclado, preenche os espaços com sentimento. O grupo Cavatappi, já no entardecer, canta como quem embala uma despedida sem dor. E então, Marcelo Zapalai prepara o terreno para a última cerimônia.


Às 19h30, o Palco 360º vira palco de memória. A cerimônia de encerramento não é formalidade: é reconhecimento. É o momento de olhar para trás e perceber o quanto foi vivido. E ainda tem tempo para mais: Andri e Hector, na Praça Gastronômica, e o show final dos Farina Brother’s — uma despedida com alma, sorriso e som alto.


A ExpoBento não é apenas a maior feira multissetorial do Sul do Brasil. É a prova de que Bento Gonçalves sabe se reinventar, se emocionar e se superar. Em cada estande, em cada taça erguida, em cada abraço apertado de reencontro ou de negócios bem-sucedidos, está a essência da cidade.


Por isso, este fim de semana não é apenas um encerramento. É uma celebração. Um tributo à coragem de realizar, à beleza do encontro, à força da nossa economia e à delicadeza da nossa cultura.


Se você ainda não veio, venha. Se já veio, volte. Porque nos últimos dois dias da ExpoBento, não se trata mais de visitar uma feira — trata-se de viver um capítulo inesquecível da história de Bento Gonçalves.

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