GreNal épico
- temporacomunicacao
- 22 de set.
- 2 min de leitura
Coluna de Decimar Biagini

Bom dia, hoje é dia de soltar a quinta série que habita no ser e movimentar aqueles grupinhos que andavam mais silenciosos que a estátua do Renato Gaúcho.
Vamos nessa:
“Senhoras e senhores… esse GreNal foi a reconstrução pós-feriado farroupilha! O Grêmio desceu das nuvens, botou a faca na bota e disse: ‘Aqui quem manda sou eu’.
O Inter? Ah, o Inter teve pênalti de liquidação. Teve desconto. Teve promoção. Teve dois pênaltis! Dois! E sabe o que aconteceu? O Grêmio foi lá e disse: toma, co-irmão, cabeçada no beiço, gol na tua testa.
E a estreia do William… mas que coisa, tchê! O homem parecia que já jogava no Grêmio desde os tempos do Baltazar. Inteligente, frio, cruzando com régua e compasso. Foi o maestro da virada!
O Inter se achava dono da festa, mas o André Henrique empatou no fim do primeiro tempo. O Beira-Rio murchou. Sabe aquele balão que escapa do piá e sobe? Pois era a torcida colorada.
Veio o segundo tempo e o Grêmio meteu a pedra fundamental da vitória. Alysson entrou como pedreiro iluminado e meteu-lhe o gol. Três a dois! Virada! Reconstrução completa!
E no final, claro, tinha que ter circo. Mais pênalti, o terceiro em benefício do dono da casa, ja não bastava minutos antes cartão vermelho ao nosso maestro Arthur, também pelo var, a sala do Var, assombrada por maragatos, com seu tradicional lenço vermelho. Mais teatro. O juiz quase chorava pra bola entrar. Mas a trave, gremista como nós, disse: não, aqui não, colorado!
Então eu digo: esse não foi só um Grenal. Esse foi um manifesto. Foi o Grêmio reconstruindo a sua imortalidade no meio do Beira-Rio. Foi o co-irmão chorando e o Tricolor rindo.
Grêmio três. Inter dois. O resto é ajeitar o telhado do galpão e esperar o próximo baile!”
*Print de imagem do YouTube, @dbiagini

Decimar da Silveira Biagini














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