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Ler o mundo: escritor Eduardo Krause incentiva o hábito da leitura para as novas gerações

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 24 de out.
  • 2 min de leitura
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Em sua breve participação na 40ª Feira do Livro de Bento Gonçalves, Eduardo Krause, diretor de Comunicação da renomada Editora Dublinense, explanou para alunos na parte da manhã da última terça-feira (21), a palestra “Memórias de um não-leitor arrependido”, onde fala da importância da escrita e da leitura na vida humana.

Em seu relato, Eduardo fala de como o habito da leitura modificou a sua vida e visão de mundo. A paixão tardia surgiu depois dos 30 anos, para nunca mais sair. De lá para cá, tornou-se um grande apreciador de escritores e de obras, tendo tornado, também, fazedor de histórias. Eduardo comenta que ler é difícil, demanda concentração, mas é como aprender um instrumento musical ou fazer atividade física: a mente e o corpo começam a pedir.

Em sua adolescência, tinha certa aversão, por isso sua experiência é maior, onde reformou a sua biografia para o reino das palavras e dos sentidos, revolucionando a sua existência. As memórias são abertas, compartilhadas com a nova geração: o não-leitor arrependido é disseminador, é mediador das belas-letras, da profunda relação entre o ser humano e o livro.

“É um charme da Literatura: é difícil, assim como normalmente as melhores coisas da vida o são. Para valorizar a felicidade, precisamos passar por momentos tristes. Minha vida melhorou sendo leitor, em todos os aspectos: emocionais, psicológicos, profissionais e espirituais”, enfatiza Eduardo que lançou sua primeira obra em 2014, “Pasta senza vino”.

Na era da velocidade, onde os jovens têm relação direta com as telas e vivem a cibercultura, Eduardo sugere 15 minutos de leitura após do almoço, reservando um espaço de tempo para as narrativas, para a fabulação em movimento.

Em relação ao panorama brasileiro leitor, é otimista, citando a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituo Pró-Livro. A média de leitura é de quatro a cinco livros por ano, dado que Eduardo considera alto. Ainda, cita duas curiosidades leitoras: o Chile é o país latino-americano que mais lê, sendo a Índia, no aspecto global.

Ler o mundo, começa na primeira página. Seguir esse fio é revolucionário.

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