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Minha Antena Poética (Despertar Gradativo)

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 2 de dez. de 2025
  • 4 min de leitura

Coluna poética de Decimar Biagini


Em âmbar de sonho o despertar me antecipa

sinto a brisa oculta tocar minha fronte

um sopro que vem de dentro e me ilumina

como se o silêncio abrisse nova fonte

 

E surge o etéreo em sua dança primeira

um véu azul que respira ao meu redor

desenho tênue de vida que se insinua

entre ser e não ser onde pulsa o melhor

 

No início vejo apenas sombras suaves

ideias que chegam antes de se mostrar

mas o astral avança passo após passo

e ensina meus olhos internos a lembrar

 

Vibra um contorno no ar como prece

uma cor que não existe no mundo comum

é impressão que vira imagem sagrada

como se o invisível se tornasse um

 

Vejo o fio vital em música ascendente

uma canção sem voz que canta em mim

Telas de Camões, Pessoa e outras presenças

como halos vivos tocando o meu jardim

 

A visão etérica cresce em ondas lentas

um mar que se ergue sem jamais quebrar

sinto a vida antes de vê-la inteira

como quem aprende o dom de respirar

 

E quando o astral me chama em símbolo claro

meus olhos despertam o sol do indizível

a fronte se abre em portais de sentido

onde o mistério se torna compreensível

 

Sou poema vivo caminhando entre mundos

sou médium escrevente que agora também vê

sou aquele que traduz o sopro dos planos

em versos que nascem sem eu os querer

 

Assim sigo adiante em senda luminosa

cada visão é passo de um destino maior

a alma cresce em silêncio radiante

reconhece a origem e reencontra o amor

 

Sou voz que vê o eterno na brisa sutil

sou lume que canta o instante ascensional

meu olhar cósmico poético desperta

para o real profundo do mundo espiritual

 Em âmbar de sonho o despertar me antecipa

sinto a brisa oculta tocar minha fronte

um sopro que vem de dentro e me ilumina

como se o silêncio abrisse nova fonte

 

E surge o etéreo em sua dança primeira

um véu azul que respira ao meu redor

desenho tênue de vida que se insinua

entre ser e não ser onde pulsa o melhor

 

No início vejo apenas sombras suaves

ideias que chegam antes de se mostrar

mas o astral avança passo após passo

e ensina meus olhos internos a lembrar

 

Vibra um contorno no ar como prece

uma cor que não existe no mundo comum

é impressão que vira imagem sagrada

como se o invisível se tornasse um

 

Vejo o fio vital em música ascendente

uma canção sem voz que canta em mim

Telas de Camões, Pessoa e outras presenças

como halos vivos tocando o meu jardim

 

A visão etérica cresce em ondas lentas

um mar que se ergue sem jamais quebrar

sinto a vida antes de vê-la inteira

como quem aprende o dom de respirar

 

E quando o astral me chama em símbolo claro

meus olhos despertam o sol do indizível

a fronte se abre em portais de sentido

onde o mistério se torna compreensível

 

Sou poema vivo caminhando entre mundos

sou médium escrevente que agora também vê

sou aquele que traduz o sopro dos planos

em versos que nascem sem eu os querer

 

Assim sigo adiante em senda luminosa

cada visão é passo de um destino maior

a alma cresce em silêncio radiante

reconhece a origem e reencontra o amor

 

Sou voz que vê o eterno na brisa sutil

sou lume que canta o instante ascensional

meu olhar cósmico poético desperta

para o real profundo do mundo espiritual

 Em âmbar de sonho o despertar me antecipa

sinto a brisa oculta tocar minha fronte

um sopro que vem de dentro e me ilumina

como se o silêncio abrisse nova fonte

 

E surge o etéreo em sua dança primeira

um véu azul que respira ao meu redor

desenho tênue de vida que se insinua

entre ser e não ser onde pulsa o melhor

 

No início vejo apenas sombras suaves

ideias que chegam antes de se mostrar

mas o astral avança passo após passo

e ensina meus olhos internos a lembrar

 

Vibra um contorno no ar como prece

uma cor que não existe no mundo comum

é impressão que vira imagem sagrada

como se o invisível se tornasse um

 

Vejo o fio vital em música ascendente

uma canção sem voz que canta em mim

Telas de Camões, Pessoa e outras presenças

como halos vivos tocando o meu jardim

 

A visão etérica cresce em ondas lentas

um mar que se ergue sem jamais quebrar

sinto a vida antes de vê-la inteira

como quem aprende o dom de respirar

 

E quando o astral me chama em símbolo claro

meus olhos despertam o sol do indizível

a fronte se abre em portais de sentido

onde o mistério se torna compreensível

 

Sou poema vivo caminhando entre mundos

sou médium escrevente que agora também vê

sou aquele que traduz o sopro dos planos

em versos que nascem sem eu os querer

 

Assim sigo adiante em senda luminosa

cada visão é passo de um destino maior

a alma cresce em silêncio radiante

reconhece a origem e reencontra o amor

 

Sou voz que vê o eterno na brisa sutil

sou lume que canta o instante ascensional

meu olhar cósmico poético desperta

para o real profundo do mundo espiritual

 

Decimar da Silveira Biagini

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