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Moisés Scussel Neto cobra explicações sobre ação da Guarda Municipal e defende políticas permanentes de saúde mental

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 17 de set.
  • 2 min de leitura

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Durante sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Bento Gonçalves, realizada nesta segunda-feira (15), o vereador Moisés Scussel Neto (MDB) fez duras críticas à postura do Executivo diante de episódios recentes que repercutiram na cidade. Em sua fala, o parlamentar cobrou esclarecimentos sobre a atuação da Guarda Civil Municipal em uma abordagem a um vendedor ambulante e reforçou a necessidade de que o debate sobre saúde mental ultrapasse os limites do Setembro Amarelo.

Scussel iniciou sua manifestação saudando os presentes, com destaque à comunidade Burati, e elogiou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Postal, pela atuação em defesa dos agricultores e colonos. “É bom ter aqui alguém que representa a verdadeira essência do agricultor, do colono, do interior de Bento Gonçalves”, afirmou.

Na sequência, o vereador retomou o tema da saúde mental, destacando que o enfrentamento ao suicídio, ao bullying e à violência escolar não pode se restringir a campanhas pontuais. “Não se pode falar de suicídio e de violência escolar apenas quando uma tragédia acontece. É preciso envolver professores, diretores, pais, alunos, rede de saúde e de educação em uma discussão permanente”, disse.

O parlamentar também respondeu a críticas recebidas por declarações anteriores, negando ter acusado professores de omissão. Segundo ele, o objetivo foi convocar a sociedade a assumir responsabilidade coletiva sobre o tema.

O ponto mais crítico da fala de Scussel foi a cobrança por explicações sobre a ação da Guarda Civil Municipal contra um vendedor haitiano no centro da cidade. O episódio, registrado em vídeos e fotos que circularam amplamente nas redes sociais, gerou indignação popular. “O que se cobra não é acusação, mas explicação. O prefeito, o secretário de Segurança e o comando da Guarda precisam vir a público esclarecer o que ocorreu, por que agiram daquela forma e se as câmeras corporais, anunciadas em 2023, estavam em funcionamento”, questionou.

Para o vereador, o silêncio do Executivo diante do caso é preocupante. “Quando situações assim acontecem, a palavra de quem governa é necessária, é essencial. Não podemos esperar uma fatalidade para depois lamentar. Precisamos de responsabilidade e transparência”, concluiu.


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