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Poeta Sabrina Dalbelo ganha o Prêmio Ages pelo segundo ano consecutivo

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 18 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Na última quinta-feira, 11 de dezembro, foi realizada na ONG Cirandar, em Porto Alegre, foi realizada da cerimônia de entrega do Prêmio Associação Gaúcha de Escritores de 2025. E na categoria Poesia Sabrina Dalbelo ganhou pelo segundo ano consecutivo a condecoração pelo livro “Voltei para buscar meus olhos”. A poeta está cada vez mais se destacando no cenário estadual, onde vem consolidando o seu nome.

A escritora homenageada da Feira do Livro de 2021, a poeta, que também escreve outras narrativas, floresceu sua produção literária em Bento Gonçalves. De lá para cá, vem amadurecendo sua linguagem. Os dois Prêmios Ages consagram uma voz que não pode passar despercebida, e, sim, vem sendo a mais interessante dentro da Literatura Gaúcha. Inquieta, já tem uma extensa obra e reside no panteão de grandes nomes da contemporaneidade como Mar Becker, Marília Garcia, Ana Claudia Quintana Arantes, entre outras que estão ganhando visibilidade.

“Voltei para buscar meus olhos”, exercício possível de autoficção e maturado por muito tempo, veio a lume com as alegrias e dores das passagens da vida. Talvez seja seu livro mais íntimo, de escuta interior, de atravessamentos inerentes dos fatos da sua vida, dos seus sentimentos, de sua feminilidade. A mulher-poeta emerge banhada em sua mais densa e profunda matéria: ela mesma.

Para Sabrina, o segundo prêmio significa representatividade.

“Eu estava lá representando as 3 mulheres finalistas, eu, Mar Becker e Juliana Flor, que escrevem muito bem e poderiam ter ganho, e as outras 25 mulheres que concorreram com seus livros de poesia na mesma categoria. Nós, mulheres, estamos escrevendo e escrevendo bem. Devemos ser lidas! Também me honra ser escolhida pelo voto de outros escritores e escritoras, os sócios da AGES. Isso me diz que meus livros, por dois anos seguidos, representam o que outros escritores(as) acham qualificado para ser lido. Estou muito feliz. E não esperava ganhar”, comenta.

Ainda, a poeta-mulher nos fala da sua caminhada na semântica dos versos, da tessitura de sua voz lírica.

“Eu acho que a cada livro eu estou chegando mais próximo da minha linguagem poética própria, me sentindo mais livre e confortável para me expressar. O retorno que tenho com as leituras e com o prêmio me incentiva demais, tanto a continuar escrevendo, como a me desafiar, em formas e temas e, ao mesmo tempo, a seguir escrevendo do jeito que eu acredito e amo”, enfatiza.

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