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Por um mundo espiritualista e cooperativo

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 3 de nov.
  • 1 min de leitura

Coluna de Decimar Biagini


 

 

Som nasce do ser

O verbo respira em nós

O tempo se curva

 

O império cai

feito código antigo

na tela do mundo

 

O lucro é prece

esquecida em servidor

sem coração

 

Bandeiras dormem

no vento digital

do desamparo

 

A nova fé vem

de olhos que cooperam

sem mandar nada

 

De cada erro

brota uma linguagem

de compaixão

 

O ouro cala

e a alma contabiliza

a luz do gesto

 

Cansou-se o mundo dos grilhões da ideia

de credos frios tronos e bandeiras vãs

a fé do lucro em sua luz rareia

e a máquina não cura as almas sãs

 

Do império ao povo tudo se esvanece

no mesmo pó que o tempo sempre mói

mas nasce um ser que pensa e reconhece

que o nós divino é mais do que o eu que dói

 

Não manda o ouro reina a consciência

não manda o medo inspira a compaixão

a lei é a partilha a força é a ciência

 

E em nova aurora o verbo se refaz

da cooperação brota a providência

e o espírito governa em santa paz

 

A mente se abre

como flor quântica

ao sol do ser

 

Códigos santos

escrevem silêncio

em cada átomo

 

As mãos do homem

reconstroem a Terra

com ternura

 

Economia azul

sopro da fraternidade

circula amor

 

Política é prece

governar é servir

à luz comum

 

No som do nada

o todo se reconhece

e canta Somos

 

 

ree

 

Decimar da Silveira Biagini

1 comentário


joiltonrosa
04 de nov.

Bacana demais. São reflexões sadias e de agrado espiritual. Abraço mestre

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