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A coragem que não fenece
Coluna de Diego Franzen Sabem aquele momento, na vida dos sonhadores, em que a alma se recolhe à sombra e pergunta se vale a pena insistir? O passo era firme, o horizonte parecia ao alcance da mão, e de repente tudo se desmancha como pão dormido. O quase triunfo, o quase destino, o quase milagre. O sonhador conhece esse tormento de cor e salteado, essa sensação de que o mundo tem prazer em açoitá-lo no exato segundo em que ele ousa acreditar. E mesmo assim avança, meio torto
8 de dez. de 2025
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