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A Nova Cortina

  • Foto do escritor: temporacomunicacao
    temporacomunicacao
  • 6 de jun.
  • 1 min de leitura

Coluna de Decimar Biagini


Cai de novo

a cortina

a cortina

a cortina


Voz de ferro

Ecoa

ecoando

em solo que não dorme


Um trovão de ontem

um trovão de agora

um trovão que não acabou


De novo a Rússia

de novo a fronteira

de novo a marcha sem flor


E a Ucrânia canta

sangra

reza

repete o clamor


Homens de bem

onde estais

onde estais

onde estais


Erguei-vos

erguei a voz

erguei a paz

erguei o amor


Churchill soprou

Fulton ouviu

O mundo esqueceu


Mas a bruma volta

a cortina volta

a cortina volta


Só a luz rompe

Só a união costura

Só o amor respira


Canta, pacificador

Canta com aço e alma

Canta até que a guerra se desfaça


Decimar da Silveira Biagini, poeta
Decimar da Silveira Biagini, poeta

1 comentário


Augusto Rodrigues Junior
Augusto Rodrigues Junior
08 de jun.

Esta poesia respira paz! Não resta dúvida o mundo precisa de mais poetas assim.

Editado
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