As muralhas caíram
- temporacomunicacao
- 5 de jan.
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Coluna poética de Decimar Biagini
Que buscas viajour?
No saber sem norte
temes o amor
ou no fim, a morte?
Por que ser feliz
é trôpego intento?
E quem diz e bendiz
que é real o tempo?
Que é paz, afinal?
Fama te dá sede
mas todo ideal
vem da mesma rede
Tu ditas um império
uma nova ordem
Mas o grande mistério
é que ninguém o socorre
No vil apego te revela
Tal areia que na mão escorre
uma humana miséria
onde o tempo te absorve
Por que crês no céu
onde só há breu?
Onde vai o véu
que encobre o ateu?
Quando o corpo cai
quem diz: volta e vai?
Ou a carne jaz
e é o fim do cais?
Onde foi parar
tudo o que é ciência?
E o que resta amar
além da aparência?
Segue, navegador
a linha sem fim
onde o sonhador
não sabe que é fim
esquece o caos
observa o cosmo
a Lei sincroniza tal
que nada é acaso
conhece-te a ti mesmo
a síntese do Rabi Nazareno
todo mundo lá fora a esmo
mostra que teu ego é veneno

Decimar da Silveira Biagini















As muralhas de Jericó caíram (Josué 6, 20), soltaram Barrabás (Marcos 15, 14), que recebeu um trágico fim, mas foi Jesus quem ressuscitou (Mateus 28, 6). Os filhos do demônio vão sentir a Ira de Deus, que não despreza o seu povo Cristão.