Magnetismo do Natal
- temporacomunicacao
- 8 de dez. de 2025
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Coluna Poética de Decimar Biagini
Um fogo antigo me lendo por dentro
E desce do eterno ao meu peito
Olho para o menino do porta retrato
Esperançar que contamina, perco o jeito
Dentro de mim
Alegria sem igual
A luz se ergue
Refloresce o natal
Chama viva que me rompe e me refaz
Sou barro falando ao infinito
Eco perdido tentando nascer
Do caos ao verbo ressuscito
Letras douradas chovem
Rompe o meu ser
Santo alvore
Faz-me renascer
Glória à luz
Natal persiste
O santo alvore
Brilha entre nós
Quando Te sinto moldar meu íntimo
Recordo o ouro antes de existir
Um paraíso dormindo em mim
Acorda ao ver-te ressurgir
Sobe no peito
Menino Deus
Fogo sagrado
Faz-me completo
A noite cede ao Cristo que nasce
Profunda luz rasga o véu interior
Meu abismo inteiro encontra sentido
E descortina o seu próprio amor
Alvore que cresce
É natal, enfim
Luz que renasce
Dentro de mim

Decimar da Silveira Biagini















Bora comemorar o aniversário de Jesus Cristo!