Socorro! Estou pensando no Macaulay Culkin (de novo)
- temporacomunicacao
- 1 de abr.
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COLUNA DE GABRIEL ELIAS JOSENDE

Vou fazer um auto-exposed aqui. Talvez me julguem. Quiçá me internem. Mas vocês também têm aquele pensamento intrusivo, repetitivo, chato e incoerente quando ficam muito tempo tendo ideias, pensando na vida ou quando o soturno eco do pensamento se apresenta? Esse meu eco é Macaulay Culkin.
Calma. Vou explicar. Quando criança, eu era muito, muito fã daquele filme do Riquinho Rico. Muita gente conhece a figura de Culkin pelos “Esqueceram de Mim”, mas para mim, nada superava aquele garotinho bilionário que tinha um Mc Donald’s dentro de casa. Aí, por um tempo, eu quis ter um também. E um helicóptero. E um Monte Rushmore no quintal. Até que… até que um dia, mais crescido, pesquisei o nome do ator. Macaulay Culkin. Macaulay Culkin. Damn. Baita sonoridade. Nunca vi nenhum nome tão sonoro.
Desde então, esse nome é o eco da minha mente sempre, toda vez que fico pensando demais sobre qualquer coisa, ou pensando de menos sobre coisa qualquer. Quer ver? “O que será que vou publicar na coluna do Pauta Serrana? Eu podia fazer um especial de Páscoa. Podia falar sobre as literaturas modernas. Podia publicar um conto ou um poema inédito, podia falar de projetos futuros. Eu podia… eu podia… eu podia… Macaulay Culkin”. É assim.
Portanto, caro leitor, eu agora passo a maldição do Macaulay Culkin adiante. Boa sorte para quem leu até aqui e cuja mente vai repetir o mesmo nome. Mesmo que um dia Macaulay Culkin se vá antes de mim, Macaulay Culkin seguirá vivo dentro de mim, na minha mente, o tempo todo. Macaulay Culkin. Macaulay Culkin. Macaulay Culkin.













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