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Entre o match e o vazio: o invisível paradoxo dos aplicativos de relacionamento
Coluna da psicóloga Franciele Sassi Nos últimos anos, os aplicativos de relacionamento transformaram a forma como as pessoas buscam formar vínculos afetivos. Essas plataformas prometem ampliar as possibilidades de parceiros, o que parece vantajoso, mas ao mesmo tempo carregam efeitos adversos pouco visíveis. Três pontos merecem destaque: a facilidade de escolha, a idealização do encontro e a sustentação (ou não) da vida real com suas fragilidades. A primeira promessa é clara:
12 de nov. de 2025


O Cântico do Cavaleiro do Fogo
Coluna de Diego Franzen Escrevi a história de Sir Ignácio no final dos anos 90. Achei-a hoje, por acaso, revendo meus e-mails antigos. Resolvi mudá-la, colocar mais elementos atuais, um pouco de minha vivência e como me sinto diante dos meus sonhos e ideais, inspirado nas grandes pessoas que me cercam e convivem comigo. E, hoje a apresento para você, amigo leitor. A partir de agora, lerás um texto escrito a duas mãos de um mesmo homem. A de um adolescente sonhador e a de u
12 de nov. de 2025


Por que sempre escolho o mesmo tipo de pessoa? Quando o coração repete o que a alma não curou
Coluna de Maia Boaro Há uma pergunta que ecoa na mente de muitas pessoas depois de mais um fim de relacionamento: “Por que isso aconteceu de novo?” A mesma dinâmica, as mesmas dores, o mesmo tipo de parceiro — apenas com outro rosto e outro nome. Parece coincidência, mas não é. É padrão. O coração tem o hábito de repetir o que a alma não conseguiu curar. Quando crescemos com feridas emocionais — falta de afeto, rejeição, necessidade de ser aceito, medo de abandono —, o incons
11 de nov. de 2025
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