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Dependência emocional na era do ghosting: quando o silêncio do outro vira prisão
Coluna de Maia Boaro Vivemos tempos em que os relacionamentos não terminam — desaparecem. Não há conversa, não há despedida, não há fechamento. Há apenas o silêncio. E, para quem já estava emocionalmente dependente, esse silêncio não é ausência: é uma presença constante, ruidosa, que ocupa pensamentos, noites e afetos. O ghosting não dói apenas porque o outro foi embora. Ele dói porque deixa o sujeito sozinho com perguntas sem resposta. E onde não há resposta, a mente cria na
17 de dez. de 2025


Festas de final de ano e seus impactos a quem está enlutado
Coluna de Franciele Sassi O final de ano, um período que, para muitos, é sinônimo de celebração, união e renovação, pode ser particularmente desafiador para aqueles que estão enfrentando o luto. Enquanto o mundo ao redor celebra com festas, trocas de presentes e confraternizações, as pessoas enlutadas podem se sentir como se estivessem em um espaço emocional completamente distinto, onde a dor da perda e a ausência do ente querido se tornam ainda mais intensas. Esse período de
17 de dez. de 2025


Perder o único ser insubstituível
Coluna de Diego Franzen A gente passa a vida inteira achando que já perdeu muita coisa. Perde tempo, perde ônibus, perde amores, perde amigos pelo caminho. Mas nada prepara para o dia em que a vida resolve tirar da gente a única perda que não tem reposição. Minha mãe morreu. Na última segunda-feira, dia 15 de dezembro de 2025, perdi Dona Iracema Pereira Franzen . A Cema Cabeleireira, como era conhecida. E esse é o motivo pelo qual lágrimas escorrem em minha face enquanto escr
17 de dez. de 2025
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